segunda-feira, 9 de maio de 2011

SETE REGRAS PARA VIVER FELIZ

SETE REGRAS PARA VIVER FELIZ
1.       ADQUIRA O HÁBITO DA FELICIDADE. Sorria, intimamente e torne este sentimento parte de você mesmo. Crie um mundo feliz para si. Aguarde cada dia, mesmo quando algumas nuvens obscurecerem o sol, sempre encontra algo de bom.
2.         DECLARE GUERRA A SENTIMENTOS NEGATIVOS. Não permita que aborrecimentos irreais o devorem. Se algum pensamento negativo lhe invadir o espírito, combata-o. Pergunte de si para si, porque você, que tem todo direito natural à felicidade, deve passar horas do dia em luta com o temor, o aborrecimento, o ódio. Ganhe a guerra contra esses flagelos insidiosos do Século XX.
3.         REFORCE A IMAGEM DE SI PRÓPRIO. Veja-se como foi nos seus melhores momentos e dê a si próprio certa atenção. Imagine os tempos felizes e o orgulho que sentiu de si. Crie experiências futuras agradáveis; dê a si mesmo, crédito pelo que é. Deixe de bater na própria cabeça.
4.         APRENDA A RIR. Às vezes, os adultos sorriem ou riem entre os dentes, mas nem todos riem realmente, isto é, risada verdadeira que dê a impressão de alivio e liberdade. O riso, quando genuíno purifica, faz parte do mecanismo do sucesso, lançando-o às vitórias da vida. Se você deixou de rir desde os 10 ou 40 anos, volte à escola do espírito e aprenda novamente o que nunca deveria ter esquecido.
5.         DESENTERRE OS TESOUROS ESCONDIDOS. Não permita que as suas aptidões e os seus recursos morram dentro de si; dê-lhes uma oportunidade para se submeterem às provas da vida.
6.         AJUDE O PRÓXIMO. Dar aos seus semelhantes poderá ser a experiência mais compensadora da sua vida. Não seja cínico; compreenda que muitas pessoas que parecem desagradáveis ou hostis estão usando fachada que acham capaz de protegê-las contra outros. Se der ao próximo, ficará admirado na reação grata, pelo reconhecimento que terão. Pessoas que parecem duras são, na realidade gentis e vulneráveis. Você sentir-se-á satisfeito quando der sem pensar em proveito para si.
7.         PROCURE ATIVIDADES QUE O TORNEM FELIZ. A natação, o tênis, o vôlei ? Pintar, cantar, coser? Não posso dizer-lhe. Você mesmo terá de escolher. Mas a vida é feliz, se fizer o que lhe agrada.
Existe uma tendência no ser humano de reduzir os novos fenômenos com que ele se defronta a idéias e definições preexistentes em sua mente oriundas de fatos anteriormente conhecidos. Esta redução dificulta uma visão e uma interpretação corretas do que se analisa. Assim, os fatos culturais dos negros do Golfo do Benin nos seus cerimoniais e ritos transformam-se, nesta visão deformadora, em religião primitiva.
O Candomblé não é primitivo e muito menos religião, antes de tudo, este conjunto de preceitos, regras, ritos e práticas forma um weltanchau (visão do mundo, concepção global de apreensão da realidade - termo usado em filosofia) e uma técnica que permite o confronto com a natureza e com seus semelhantes, utilizando a energia de sua própria mente (o Òrí).
Os Òrísá (de Òrí: cabeça, mente; Àsé: força, magia) não existem fora da mente humana, não são deuses primitivos de um panteão imaginado pela concepção cultural do branco nem são espíritos de luz comandando "falanges" de almas como os idealizam os descendentes dos povos bantos, associado ao fenômeno da cosmogonia nagô à sua cultura religiosa, que se fundamenta no culto dos ancestrais.
Devemos despir o Candomblé da carga sincrética que for desvirtuante, para fazer emergir o entendimento do que é a mais pura tradição nagô. Os rituais e cerimônias não serão descritas, pois isto já foi feito e muito bem por mestres como Descoredes dos Santos, Fred Aflalo, Roger Bastide, Pierre "Fatumbi" Verger e tantos outros.
O que realmente importa, é comentar cada cerimônia, cada festa, cada fundamento e cada obrigação, buscando sua explicação purificada do misticismo branco ou banto, para fazer aflorar a verdadeira função de "Òrí", único alvo e agente do culto nagô, e a de "Ifá" como orientador e verdadeiro Oluwô.
A intenção deste redimensionamento não é diminuir a importância dos fatos, mas sim, um engrandecimento, na proporção humana, para que se desvende a sua grandeza original. Fazer voltar a luz, saindo das trevas da religiosidade ignorante, na sabedoria milenar que permite desenvolver a capacidade do homem de se situar e de interagir na sua formação, na natureza e no convívio social.
Se recusando a divinizar Òsàlá, satanizar Èsú ou santificar todos os Òrísá, devemos isolar os erros, afastar os temores, expulsar os demônios brancos de nossa ontogonia, abrindo as portas a entendimento, o que permitirá que mais pessoas possam utilizar este importante sistema de controle da própria mente e, em conseqüência, dos fatos naturais e sociais nos quais atua.

domingo, 8 de maio de 2011

sr meia lua

minha fé, meu porto seguro, sr exu do lodo, e moça da praia

sr exu meia lua comigo, exu de trabalho da casa, serventia do do sr exu do lodo

a verdade e suas diversas faces

incrivel como uma pessoa comum sofre na busca de sua fé, pricipalmente  quando não tem recursos, nem amizades que ja frequentam lugares com fundamento, mas até isso é muito relativo, pois tem o chamado ,"" eu aprendi assim com os mais velhos"" e vc tem de engolir, pois ou aceita ou esta fora e sendo queimado literalmente, eu digo pois vivi isso, bom, continuando minha historia, fomos ver a casa, ficamos encantados, tudo lindo, bem limpinho, organizado , boa casa, é casa boa, fomos frequentando, com o passar das sessoes fomos convidados para ir para corrente,  era uma casa de almas e angola, nem sabia o que era para mim era macumba, sarava, ta fomos nos misturando conhecendo a casa
complicada a situação, pois era uma casa de umbanda e virou almas e angola, e agora o que é isso? mas tudo bem,  devagar,  aprendo, fomos vendo a situação, querendo aprender e ninguem querendo ensinar, o ouvido fino, captando tudo, dai soube que a casa era de umbanda feita pela mãe de santo mais velha de laguna, e que ela fez os fundamentos, mas o dono conheceu um zelador de almas e angola, de sao jose, que não era pai dele , pois ele na realidade não tinha pasado para o asé do zelador, a coisa era tão estranha, mas fazer o que!!!  O  padrinho avô, posso dizer assim pois o zelador o considerava padrinho, foi chamado para fazer nosso batizado, a confusão é cruel, tá mas fomos batizados, banha de ori, azeite de oliva,, velas, pemba, sal, um dos cantos; O rio , o rio de jordão, joão batizou cristo, cristo,  batizou joão, batiza, batiza, estavamos batizados, nem falei do sacudimento,  um estouro de polvora no canto da casa do lado de fora, mas ta, era o ritual deles, continuamos, o zelador  só dizia quem quer aprender me segue, ve o que faço, eu pedia ,  mas de umas doutrinas sobre  a religião para nós, ele dizia os mediuns da casa não querem, eu dizia mas temos um grupo de tres pessoas que querem, dai ele disse eu não vou dar doutrina para tres ou quatro é muito cansativo, comecei  a me estressar mas,,, foi passando o tempo, e nada a situação continuava ruim, ja sentia vibração do pai omulu, e do sr exu do lodo, um dia chegou um amigo aqui na minha casa e me falou ;;;; to mal, preciso de ajuda, eu disse olha to indo em casa la laguna, queres ir? ele foi , gostou, dai na semana seguinte, era toda sexta, ele foi de novo, e assim foi por varias semanas, uma sessão de preto velhos,  começou , todos os pretos velhos ja em terra, ele pegou um chapeu, foi para a frente do gongá, já que não cantam para meu preto , ele vem sem toque, e "virou" no preto velho, o preto velho da casa fazia  "hum,hum", ele começou, hum, hum, dai disse isso alto, eu sou filho daquele preto beiçudo ali, e apontou para o preto velho, o preto velho gritou, meu não, sim, sou sim, ou ja esqueceu que me jogou fora, e fui criado no mato, foi uma loucura, pediram para ele fazer seu ponto, ele escreveu, preto, e fez um circulo ao redor dele, nos nos acabamos, foi uma gira perversa, claro o cara queria perturbar e conseguiu, ouvi um monte por causa dele , pois fui eu que levei ele, e ele o cara se achando, dizendo que tudo aquilo éra real, loucura, nisto chega na casa uma senhora, ela é do batuque, fiquei interessado, fiz amizade, a  pessoa que nos levou para a casa , la estava como zeladora, mas tudo muito confuso, passado um tempo ela se desentendeu com o zelador da casa e se afastou, mas nos apresentou um amigo, que tambem seria zelador de almas e angola, nunca tinha visto um ogun daquele, sete ondas, gostei, o exu dele quase nem vinha, mas a pomba gira, a sete saias, era tudo de bom, para frente tem babado sobre "ela", mas afastaram-se da casa, quando fez um ano na casa e nada, o sr exu do lodo em uma gira disse , meu filho não vem mais nesta casa, é a ultima vez, que ele vem girar, so para visitar,  se vier, e foi embora, meu filho estava e me passou isso, outros que ouviram falaram comigo para pedir para o exu voltar atras, mas foi  assim mesmo, eu fiquei sem saber o que fazer, mas isso é coisa para outro dia

pelas praças e ruas de curitiba

anoitecer na praia da vila , em imbituba , meu paraiso